Na tarde dessa sexta-feira ((05), o promotor de justiça, Paulo Henrique Delicole foi até o Centro de Internação Provisória avaliar os estragos.
A situação do Centro de Internação Provisória do Adolescente Autor de Ato Infracional é motivo de preocupação para o Ministério Público. Em menos de dois meses de funcionamento, as quatro celas atingiram a lotação máxima e o local já registrou o primeiro motim que só foi controlado com a chegada da Polícia Militar.


Na tarde dessa sexta-feira ((05), o promotor de justiça, Paulo Henrique Delicole foi até o Centro de Internação Provisória avaliar os estragos provocados pela ação dos adolescentes e conhecer o motivo do início da rebelião. Depois de percorrer as celas e de conversar com os menores, o promotor disse que a estrutura do local não foi comprometida.

Com relação ao motivo do motim, os menores teriam dito ao promotor de justiça que foi um desentendimento interno entre os próprios garotos que motivou a confusão. Aqueles que promoveram o início de rebelião serão punidos de acordo com o regimento interno do Centro. O pivô da confusão será transferido para outra unidade.


De acordo com o promotor de justiça a maior preocupação é com a lotação do centro em tão pouco tempo. “Quanto maior o número de internos, maiores serão os problemas”, explicou. Paulo Henrique Delicole informou que está atento a situação e que serão pedidas transferências para manter o número ideal de internos.

Autor: Maurício Rocha