A Polícia Civil de Minas Gerais divulgou, nesta terça-feira (7), o balanço da Operação Colmeia, deflagrada nas cidades de Patos de Minas, Presidente Olegário e Lagoa Grande para desarticular uma organização criminosa especializada no tráfico de drogas e no comércio ilegal de armas de fogo.
Ao todo, foram cumpridos oito mandados de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão. Durante a ação, uma pessoa também foi presa em flagrante por tráfico de drogas, totalizando nove presos.
Os policiais apreenderam um veículo, aproximadamente 6,5 quilos de entorpecentes — entre pasta base de cocaína, crack, maconha e pedras de crack —, além de R$ 3.668 em dinheiro e dois aparelhos celulares.
De acordo com a Polícia Civil, as investigações foram conduzidas pela Agência de Inteligência (AIP) e pelo Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD) do 10º Departamento de Polícia Civil. Os trabalhos envolveram monitoramentos, levantamentos de campo, análises telemáticas e financeiras, permitindo identificar a estrutura da organização criminosa e a função exercida por cada integrante.
Conforme as apurações, o grupo atuava de forma estruturada e permanente, abastecendo traficantes em diversos municípios da região. O líder da organização coordenava as atividades à distância, enquanto os demais investigados eram responsáveis pelo armazenamento, transporte e distribuição de drogas, movimentação financeira, arrecadação de valores, comercialização ilegal de armas de fogo e abastecimento de pontos de venda de entorpecentes.
Segundo a Polícia Civil, o nome Operação Colmeia faz referência à forma de atuação do grupo, que possuía uma estrutura organizada e divisão de tarefas semelhante à de uma colmeia.
As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração das atividades da organização criminosa.
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