Além da violência doméstica recorrente por parte de companheiros, mulheres têm sido vítimas também de outros familiares. A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) prendeu em flagrante, na tarde dessa quinta-feira (19), um jovem de 29 anos, suspeito de ameaçar familiares e portar ilegalmente duas facas artesanais. A ocorrência foi registrada no bairro Vila Garcia, em Patos de Minas.
De acordo com informações da Polícia Militar, a prisão aconteceu por volta das 15h, após a Central de Operações da Polícia Militar (COPOM) receber uma ligação, informando que seu sobrinho, teria ido até a residência da avó, e passado a exigir dinheiro para a compra de drogas. Diante da negativa, o suspeito teria proferido ameaças contra os presentes.
Após as ameaças, ele teria se apoderado de duas facas, colocando-as na cintura, e fugido a pé em direção à Rua Getúlio Borges. Equipes da Polícia Militar realizaram um rastreamento e conseguiram localizar o suspeito na Rua Getúlio Borges. Durante a abordagem, os militares encontraram as duas facas artesanais com cabo de madeira presas à cintura dele. Diante do comportamento agressivo e sinais de embriaguez — como fala desconexa e olhos avermelhados — foi necessário o uso de algemas para garantir a segurança da equipe e do próprio abordado.
Ele recebeu voz de prisão em flagrante pelo crime de ameaça. Durante os levantamentos, a polícia descobriu que o suspeito estava em cumprimento de prisão domiciliar com monitoramento eletrônico. A medida permitia que ele se ausentasse de casa de segunda a sexta-feira, das 6h às 20h, e aos sábados até as 13h, com recolhimento integral aos domingos e feriados.
No entanto, ele havia rompido o dispositivo de monitoração eletrônica no dia anterior, 18 de março, por volta das 16h16, descartando a tornozeleira às margens do Rio Paranaíba, nas proximidades do final da Rua Ernane Lemos, no bairro Jardim Paulistano.
Ele foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil, onde permaneceu sob custódia da PM durante os procedimentos. Foram apreendidas as duas facas artesanais. Nenhuma perícia técnica foi solicitada no local.
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