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Macaquinha prenha é atropelada perto da lagoa e morre a caminho do atendimento

De acordo com o ambientalista Luiz Araújo, um carro atropelou o animal e o deixou com vários ferimentos internos.

Um ambientalista tentou de todas as formas fazer o socorro, mas ela acabou não resistindo e morreu.

Foi de fazer dó. A macaquinha, da espécie sagui, foi atropelada na manhã dessa quarta-feira (30) na Rua Barão do Rio Branco, próximo à Lagoa Grande. Um ambientalista tentou de todas as formas fazer o socorro, mas ela acabou não resistindo e morreu. Para desolação ainda maior, ela estava prenha.

De acordo com o ambientalista Luiz Araújo, um carro atropelou o animal e o deixou com vários ferimentos internos. Ele amparou a macaquinha e a levou para uma clínica veterinária para receber atendimento. No entanto, como o animal é silvestre, o responsável pediu o registro de uma ocorrência. Então, Luiz Araújo disse que foi no posto do Corpo de Bombeiros perto da lagoa, mas não conseguiu a autorização.

Ele então se dirigiu para a companhia dos Bombeiros no Jardim Paulistano a fim de conseguir o registro, mas também não foi possível. Depois de todo o trabalho, ele então conseguiu a autorização, mas já era tarde. Luiz Araújo contou que ela faleceu dentro da caixa de papelão usada para fazer o transporte do animal.

E para comover ainda mais, a macaquinha estava esperando filhotinhos. A única alternativa foi lamentar a morte da futura mãe que estaria vivendo nas imediações da Lagoa Grande. O sagui é o macaco de menor porte existente na Natureza. É também denominado mico e integra a família Callitrichidae. De acordo com páginas especializadas na rede mundial de computadores, eles são criaturas estritamente selvagens, portanto não devem ser mantidos como animais de estimação.

Os maiores saguis atingem uma média de 20 centímetros e o menor mede cerca de 11 centímetros. Eles habitam, normalmente, as matas da América Central e do Sul. Das 35 espécies identificadas, 25 vivem em território brasileiro. Estes animais são fiéis aos seus parceiros e lutam pelo comando do bando por meio de lutas acirradas. Machos e fêmeas têm funções distintas. Os machos defendem o grupo e as fêmeas se alimentam primeiro que seus pares.

Autor: Farley Rocha

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