Justiça ordena desocupação de moradias no Jardim Esperança e moradores pedem socorro

Eles esperam que a Prefeitura Municipal lhes conceda algum lugar para morar.

Cerca de 10 famílias ainda permanecem das casas do Jardim Esperança.

Sem terem para onde ir, cerca de 10 famílias que ainda estão nas moradias invadidas do Bairro Jardim Esperança pediram socorro às autoridades nessa terça-feira (02). Os moradores foram notificados pela justiça para deixarem as casas em 30 dias e agora não sabem para onde ir. Eles esperam que a Prefeitura Municipal lhes conceda algum lugar para morar.

O locutor Cláudio Rodrigues é quem está sendo o interlocutor das famílias. Ele disse que recebeu a notificação nessa segunda-feira (01) e os moradores terão que deixar os imóveis para que a empreiteira conclua as obras.  Os moradores já se conformaram com a decisão, no entanto, não têm para onde ir e querem ajuda do poder público.

Cláudio disse que teve uma conversa com o Prefeito Pedro Lucas e o chefe do poder executivo teria se comprometido em ajudar a encontrar uma solução. Um pré-cadastro está sendo realizado para ver o que pode ser feito. Um novo conjunto de moradias populares que será realizado foi oferecido para as famílias.

No entanto, os moradores precisam com urgência de algum lugar para morar. Vander Silva Mateus disse que está desempregado e não tem para onde ir com suas seis crianças. Ele entende que realmente deve desocupar o imóvel, mas não tem para onde ir e deseja que a prefeitura ajude os moradores que estão em uma situação de fazer dó.

Ele ressaltou que todos que continuaram nas casas é porque não têm lugar para morar. “Todas as residências que possuem morador, estão bem cuidadas e sem danos”, ressaltou. E o morador fez uma denúncia. Segundo ele, há pessoas que ganharam imóveis no conjunto habitacional do Coração Eucarístico que já possuem imóveis e não precisam das moradias.

As cerca de 10 famílias estão vivendo em condições bastante precárias nas moradias. Eles não têm água e nem energia. “Nós estamos buscando água no córrego”, falou uma moradora. No entanto, eles ressaltaram que esta tem sido a única alternativa deles e sem as casas não sabem o que fazer. “Nós vamos ter que ir para debaixo da ponte”, falou outro morador.

Autor: Farley Rocha

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