Incêndio em fábrica de coroas de flores na avenida Marabá provoca prejuízos

O fogo, que pode ter sido provocado por um curto circuito, acabou consumindo parte da mercadoria.


Cerca de 3 mil litros d’água foram usados pelo Corpo de Bombeiros no combate às chamas.
O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 19h20 desta terça-feira (11) para atender um incêndio em uma fábrica de coroas de flores. Uma pessoa que passava pela avenida Marabá, logo depois do Mini-Hospital, foi que percebeu o incêndio. O fogo, que pode ter sido provocado por um curto circuito, acabou consumindo parte da mercadoria. No entanto, muitas puderam ser recuperadas.

O entregador de gás, Bruno Júnio Martins Santana, foi que percebeu o incêndio e acionou os bombeiros. Ele informou que a fábrica estava toda trancada e um cachorro bravo fazia a segurança. Segundo o entregador, muita fumaça saía do local e o portão que fechava a fábrica chegou a ficar vermelho com as chamas. Segundo ele, ninguém foi visto no local.

Os bombeiros chegaram em seguida e forçaram a entrada para apagar o incêndio. De acordo com o Sargento Osmar, eles tiveram trabalho para apagar o fogo, porque havia muito material combustível no local. “Havia muito plástico, papel e papelão”, ressaltou. Uma fumaça densa também dificultou a ação. Cerca de 3 mil litros d’água foram usados no combate às chamas.

Como a fábrica estava toda trancada e não havia qualquer indício de que alguém estava no local, o bombeiro suspeitou de que um curto circuito poderia ter causado o fogo. Os proprietários da fábrica também tiveram essa suspeita. Elmo Santana informou que nenhum funcionário fuma e são pessoas de alta confiança.

Elmo contou que o prejuízo só não foi maior porque parte da mercadoria já estava em um caminhão para transporte e outra parte já havia partido para a entrega. A esposa de Elmo ficou bastante abalada ao ver o fogo consumindo o trabalho que fez com tanto carinho. Ela agradeceu o jovem que percebeu o incêndio e acionou os bombeiros. Segundo ela, as coroas são feitas de tecido e flor seca e são geralmente vendidas para outra cidades. Muitas caixas ainda foram retiradas intactas do local. Eles vão esperar amanhecer para contabilizar os prejuízos.

Autor: Farley Rocha

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