Empreendedorismo feminino será tema de encontros em cidades do Alto Paranaíba

Os dados são de um levantamento realizado pelo Sebrae Minas, com base em dados da Receita Federal.

A presença feminina nos negócios é cada vez mais significativa no Brasil e em Minas Gerais. Hoje, 40,9% das pequenas empresas ativas no estado são lideradas por mulheres. Em nível nacional, as mulheres respondem por 41,5% dos pequenos negócios, em um universo de 8,3 milhões de empreendimentos. Os dados são de um levantamento realizado pelo Sebrae Minas, com base em dados da Receita Federal.

Diante da importância do empreendedorismo feminino e o protagonismo crescente das mulheres na sociedade, o Sebrae Minas realiza, ao longo do mês de março, uma série de eventos em diversas cidades da região Alto Paranaíba. “Essas ações têm o propósito de fortalecer e valorizar a atuação das mulheres no mundo dos negócios, gerando conhecimento, networking e experiências inspiradoras e transformadoras para as participantes”, explica a analista do Sebrae Minas, Jéssica Viana.

No dia 11/3, em Tiros, acontece o ‘I Encontro Mulheres Empreendedoras’. No dia 12/3, Patos de Minas recebe o painel ‘Do Treino ao Negócio: Como empreender no mundo da saúde e fitness?’. Também no mesmo dia, será realizado o ‘I Encontro Mulheres Empreendedoras’ de São Gonçalo do Abaeté. Já em 14/3 será a vez de Arapuá promover o ‘IV Encontro Mulheres Empreendedoras’, e no dia 27/3, Rio Paranaíba recebe o ‘II Encontro Mulheres Empreendedoras’.


Sebrae Delas

As ações na região Alto Paranaíba contam com apoio do Sebrae Delas, um programa feito para apoiar e valorizar mulheres empreendedoras, oferecendo capacitação, conexão e desenvolvimento pessoal. O objetivo é ajudar as mulheres a desenvolverem seu potencial empreendedor, alcançando novos patamares em seus negócios e construindo um legado de liderança e impacto.


Mulheres empreendedoras

Dados da Pesquisa Mulheres Empreendedoras, do Sebrae Minas, divulgada nesta semana, revelam que a grande maioria (93%) das mulheres empreendedoras começou o negócio por conta própria e a maior parcela (41%) tem entre três e cinco anos de mercado, indicando um perfil de empreendimentos mais consolidados, que já superaram a fase inicial de sobrevivência.

Mesmo com todos os desafios enfrentados para começar seus negócios, como a falta de conhecimento em gestão – apontado por mais de 60% das entrevistadas – ou a dificuldade de conciliar trabalho e vida pessoal – indicado por mais de 40% -, o estudo confirma que as mulheres seguem resilientes e inovando em sua jornada no empreendedorismo.

A digitalização dos negócios, por exemplo, é uma realidade para a maioria (73%) das entrevistadas. Três em cada 10 afirmam vender apenas por meio de canais digitais (site, e-commerce e redes sociais), e quase a mesma proporção combina loja física e canais digitais.

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