Veja os projetos que foram aprovados em Patos de Minas para receberem recursos de até R$ 1 milhão

José Eustáquio Rodrigues Alves, avaliou os trabalhos em duas reuniões, aprovando todas as propostas nesta segunda-feira (10).

publicado em 11/11/2020, por Maurício Rocha


Imagem Ilustrativa.

A Prefeitura de Patos de Minas lançou, no último mês, o edital de chamamento público “Cultura Virtual – Unindo Laços, Quebrando Resistências”, um programa de ações culturais on-line em tempos de pandemia da Covid-19. O valor total de recursos destinados foi de até R$ 1 milhão, para atender projetos de até R$ 100 mil cada. Nove Organizações da Sociedade Civil protocolaram as suas propostas em tempo hábil, e o Comitê Gestor de Acompanhamento e Fiscalização da Lei Aldir Blanc, nomeado pelo prefeito José Eustáquio Rodrigues Alves, avaliou os trabalhos em duas reuniões, aprovando todas as propostas nesta segunda-feira (10). 

As entidades culturais que tiveram as suas propostas aprovadas foram:

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-Associação Peleja – Criação Cultural, com o projeto “Festival Marreco Virtual 2020”; 
-ACAT – Associação Cultural dos Artistas de Teatro, com o projeto “Festival Virtual de Artes Cênicas”; 
-Associação dos Músicos de Patos de Minas, com o projeto “AMPLIVE”; 
-Associação Balaio de Arte e Cultura, com o projeto “Sob o Olhar do Novo Mundo”; 
-União dos Artistas Plásticos de Patos de Minas – Unart, com o projeto “1ª Exposição Virtual do Portal da Unart”; 
-Associação das Folias de Reis de Patos de Minas, com o projeto “Patos de Minas nas vozes da Folia”; 
-Associação Cultural Afro-brasileira Vovó Ana – Ascava, com o projeto “Preservação e Difusão da Cultura Quilombola”; 
-Associação dos Remanescentes dos Quilombos das Famílias Teodoro de Oliveira e Ventura – ARQTOV, com o projeto “Cultura Quilombola/Capoeira em Patos de Minas”; 
-Congado Nossa Senhora do Rosário, com o projeto “A força da tradição de congadas em Patos de Minas”.

Os recursos serão repassados por meio de convênio a ser feito entre a Prefeitura de Patos de Minas e a Organização da Sociedade Civil, seguindo as normas da Lei Federal nº 13.019 de 2014. O prazo de execução de todas as etapas, incluindo prestações de conta junto ao município, deve se encerrar em 31 de dezembro de 2020.

Subsídios mensais para espaços culturais 

O Comitê Gestor de Acompanhamento e Fiscalização da Lei Aldir Blanc avaliou também os espaços culturais que realizaram cadastro, por meio do Edital de Chamamento Público nº 03/2020 – Cadastro Municipal de Espaços Artísticos e Culturais para solicitação de subsídio mensal para manutenção do espaço artístico. O referido cadastramento foi realizado através do preenchimento e envio de ficha cadastral disponibilizada no portal da prefeitura, no período de 28 de setembro a 5 de outubro de 2020, em razão da Lei Federal 14.017, de 29 de junho de 2020, artigo 2º, inciso II.

Nove espaços situados no município foram cadastrados por seus representantes: 
Associação Peleja – Criação Cultural; 
Fundação Casa da Cultura do Milho; 
Associação Cultural Afro-brasileira Vovó Ana – Ascava; 
Associação das Fiandeiras e Artesãos de Patos de Minas; 
Instituto Musical Som & Tom Ltda; 
Bruno de Oliveira Marra Rocha; 
Primme Champanheria & Lounge Eireli; 
Bruno Ferreira de Lima & Cia Ltda; 
e Acadêmicos do Samba de Patos de Minas.

O Comitê Gestor indeferiu o repasse de subsídio mensal a todos eles, apontando inconformidades com o edital lançado pela prefeitura, conforme ata publicada no Diário Oficial do Município na data de hoje.

Autor: Maurício Rocha Postado em 11/11/2020
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8 comentários

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  • João Antonio | 1 semana, 3 dias atrás

    Esses artistas não agregam nada para a cultura patense na verdade é um roubo onde os únicos beneficiados são eles mesmos

    0 0 Responder

  • Bo | 2 semanas, 1 dia atrás

    Esses que aprovou sao os próprios beneficiados maioria das associações aprovadas kkkkk

    1 0 Responder

  • JP | 2 semanas, 1 dia atrás

    Olha a teta, 100 mil para festival online pra meia duzia ver.

    4 0 Responder

  • Alguem | 2 semanas, 1 dia atrás

    Não deveriam dar corda para alimentar cada vez mais o racismo,não deveriam haver projetos quilombolas,isso faz cultuar um sentimento de inferioridade no próprio negro em si,deveriam sim capacitar pessoas,professoras,etc...para treinar o ser humano que todos sao pessoas com os mesmos direitos e pronto,essas ações que fazem para chamar a atenção faz surtir efeito contrário, ,porque muitas portas que foram abertas foram porque está na lei,e não porque teve respeito ou por merecimento pessoal da pessoa.Acho que o próprio negro cultua o racismo com essas atitudes,não é se impondo que se alcança o sucesso,é merecendo.

    3 1 Responder

  • Betão | 2 semanas, 1 dia atrás

    Cultura... xei...



    0 3 Responder

  • Alguem | 2 semanas, 1 dia atrás

    Nesse momento de pandemia não deveriam gastar dinheiro publico nessas proporções, não sabemos bem o que ainda virá pra frente,com dificuldades pra se manter os lojistas não vão demorar pra mandar mais gente embora do trabalho,a prefeitura não vai poder deixar de fazer algo pra ajudar a população e o comerciante, sem contar que um milhão salvaria a vida de inúmeras pessoas que estão nas filas pra pequenas e não menos importantes cirurgias,tratamentos,acompanhamentos....,com todo respeito,isso é uma vergonha

    8 4 Responder

  • PATENSE | 2 semanas, 1 dia atrás

    - Olha, eu acho que deveriam rever essa ‘NORMA’, destas CAÇAMBAS (necessárias, claro) "estacionadas" NA RUA, pois com o passeio obstruído (no centro por tapumes, nos bairros porque ainda não tem passeio em construções novas) as pessoas têm que se virar para transitar. Sem contar a periculosidade de acidente com motos, devido a invisibilidade destas, à noite!!! :bell:

    3 1 Responder

  • Roberto Carlos Pereira | 2 semanas, 1 dia atrás

    Com tanta coisa para arrumar na cidade, principalmente na área da saúde vim gastar com arte, cultura etc... A população só poderá disfrutrar desses recursos se tiverem saúde para tal, que poça vergonha isso e mais uma estratégia para disvio de verbas públicas.

    10 4 Responder