Minas Gerais voltou a ocupar um lugar de destaque no Prêmio Mulheres do Agro, iniciativa da Bayer que reconhece mulheres que vêm fazendo a diferença no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, três produtoras mineiras estão entre as profissionais reconhecidas: Karina Seibt, de Patos de Minas; Elisabete Kim, de São Thomé das Letras; e Rosiana Almeida, de Três Pontas. Cada uma traz uma trajetória particular, mas todas têm em comum a dedicação ao campo e a construção de histórias de liderança e transformação dentro do agro.

Karina representa Patos de Minas e a força da cafeicultura da região. Elisabete leva o nome de São Thomé das Letras para esse grupo de mulheres que vêm conquistando cada vez mais espaço no setor. Já Rosiana, de Três Pontas, administra uma fazenda centenária de 60 hectares dedicada à produção de café, unindo tradição, gestão e empreendedorismo.

E Patos de Minas tem ainda outro motivo para comemorar. Em 2021, Érica Urban, do Grupo Farroupilha, foi vencedora do mesmo Prêmio Mulheres do Agro, conquistando o primeiro lugar na categoria Grande Propriedade. Sua trajetória, marcada por gestão, inovação, tecnologia e sustentabilidade, já havia colocado o município entre os destaques da premiação.

É interessante perceber como essas histórias vão construindo uma espécie de linha do tempo da participação feminina no agronegócio. São mulheres diferentes, em momentos diferentes, mostrando que competência, liderança e inovação não têm gênero.

E para tornar esse momento ainda mais especial, hoje acompanhei as vencedoras em uma visita aos Estúdios Globo, na Berrini, em São Paulo. Elas conheceram os bastidores e tiveram a oportunidade de conversar com Ana Maria Braga e Patrícia Poeta.

Foi uma manhã especial, cercada de encontros, histórias e muita emoção. Para mim, como jornalista, foi uma oportunidade de estar próximo de mulheres que representam uma transformação importante no agronegócio e, ao mesmo tempo, registrar a presença cada vez mais forte de Minas Gerais nessa história.

No campo, na gestão, na tecnologia e na inovação, elas estão mostrando que o protagonismo feminino no agro não é uma tendência passageira. É uma realidade que veio para ficar.