No dia do Portador de Marcapasso, Campanha estimula o uso do aparelho

O país tem média de 190 Marcapassos implantados para cada grupo de um milhão de habitantes.


O Marcapasso é implantado em um procedimento simples, que é feito com anestesia local e leva menos de 20 minutos na sala de cirurgia.
A terça-feira (23) é especial para o Hospital Vera Cruz em Patos de Minas. No momento em que se comemora o Dia do Portador de Marcapasso, o hospital chega a marca de 3.000 aparelhos implantados em pacientes de toda a região, sendo a maioria através do Sistema Único de Saúde – SUS. E este número deve crescer ainda mais com uma campanha realizada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular.

A Campanha Nacional de esclarecimento sobre o uso do Marcapasso deflagrada nessa terça-feira (23) pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular tem o objetivo de estimular o uso desse aparelho no Brasil. O país tem média de 190 Marcapassos implantados para cada grupo de um milhão de habitantes, enquanto no Uruguai este número chega a 578 e em Portugal a 762.

O Marcapasso é uma espécie de vigia que trabalha 24 horas por dia para manter o coração funcionando. Quando o órgão doente desce abaixo de 60 batimentos por minuto, o aparelho emite uma descarga que estimula o coração a voltar ao funcionamento normal. O Marcapasso é implantado em um procedimento simples, que é feito com anestesia local e leva menos de 20 minutos na sala de cirurgia.

O Hospital Vera Cruz em Patos de Minas realiza cerca de 40 procedimentos de implantação de Marcapasso por mês e este número poderia ser muito maior. De acordo com o cardiologista Cássio Sgarbi, a maioria dos pacientes que realiza o procedimento no Brasil chega ao hospital já com o problema de saúde avançado. Ele recomenda que a implantação do Marcapasso seja feita de forma preventiva. A necessidade do aparelho pode ser detectada com um simples teste ergométrico.

O cardiologista Cássio Sgarbi esclarece ainda que existem muitos mitos em torno dos pacientes que usam Marcapasso. Ele explica que o aparelho, ao contrário do que muitos imaginam, permite que a pessoa leve uma vida normal, sem muitas restrições como ocorria no passado, quando um paciente com Marcapasso era tratado como um doente.

Autor: Maurício Rocha

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