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Família de vendedor queimado por enteado clama por justiça

A mãe, as irmãs e os filhos se reuniram na porta do Hospital Regional para pedir justiça.

Dois dias depois do incidente que deixou Luiz Carlos Assunção Pedra com 95% do corpo com queimaduras de segundo e terceiro grau a família do vendedor decidiu protestar. A mãe, as irmãs e os filhos se reuniram na porta do Hospital Regional para pedir justiça.

A família exige que o adolescente que jogou gasolina e pôs fogo no vendedor de 42 anos seja punido. O garoto de 17 anos continua foragido. Ele teria queimado o padrasto por causa de um desentendimento com relação ao canal de televisão que eles assistiam.

A família de Luiz tem outra versão para o caso. A irmã Patrícia afirma que o vendedor vinha sendo ameaçado por que não aceitava o envolvimento do adolescente com drogas. De acordo com ela as brigas na casa eram constantes.

Luiz continua internado no CTI do Hospital Regional. De acordo com o último boletim médico o estado de saúde do vendedor piorou. Ele está sedado e respira com a ajuda de aparelhos. A família espera que Luiz tenha uma melhora para que seja transferido para Belo Horizonte.

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