☰
✕

Copasa quer cobrar pela água e reunião para encher a Lagoa Grande termina sem acordo

A Companhia de Saneamento quer cobrar pelo serviço. Sem dinheiro, a Prefeitura busca alternativas para resolver o problema.

A reunião aconteceu na tarde dessa quinta-feira (10).

Uma reunião no gabinete do prefeito Pedro Lucas na tarde dessa quinta-feira (10) com a presença de secretários e diretores da Copasa terminou sem um acordo sobre a devolução do espelho d’água à Lagoa Grande. A Companhia de Saneamento quer cobrar pelo serviço. Sem dinheiro, a Prefeitura busca alternativas para resolver o problema.

Quem esperava ter de volta o principal cartão postal de Patos de Minas na virada do ano pode esquecer. Depois das inúmeras polêmicas em torno das obras para desassorear a Lagoa Grande, que provocaram atrasos e reclamações, surge um novo problema. Quem vai pagar a conta para devolver o espelho d’água à Lagoa Grande.

Técnicas da Copasa calculam que serão necessários 70 mil metros cúbicos de água para encher a Lagoa. Na reunião com o prefeito Pedro Lucas e com secretários na tarde dessa quinta-feira, a empresa deixou claro que não vai fazer o serviço de graça. O diretor de Operação Norte da Companhia, Gilson Queiroz, disse que a empresa terá custos, já que a água usada para encher a Lagoa terá que ser tratada.

A reunião não tratou de valores, mas a proposta de convênio apresentada pela Companhia não agradou o poder público. O prefeito Pedro Lucas disse que a prioridade é fechar uma parceria com a Copasa, mas destacou que o município vai buscar outras alternativas, como a perfuração de poços artesianos e até mesmo a utilização da água do Córrego do Monjolo, que segundo Pedro Lucas poderia ser transportada por queda natural.

Diante do impasse, o principal cartão postal de Patos de Minas deverá continuar recebendo apenas a água das chuvas. E mesmo se a Prefeitura conseguir chegar a um acordo com a Copasa, segundo o diretor da empresa, serão necessários pelo menos 60 dias para devolver o espelho d’água à Lagoa Grande.

Com relação às obras, o prefeito Pedro Lucas disse que o serviço está concluído. Segundo ele, o mato que está crescendo no local será combatido pela própria lâmina d´água. “Com a água chegando a 1,5m o mato morre e sobe para a superfície e poderá ser retirado”, destacou o chefe do executivo.

Autor: Maurício Rocha

Últimas Notícias

No Dia do Professor, docente relata sentimento de humilhação durante atendimento em unidade de saúde

Veja mais

Com novos cursos técnicos gratuitos, Trilhas do Futuro abre inscrições para 50 mil vagas

Veja mais

Festa gratuita terá playground, brindes e muita diversão para as crianças neste domingo em Patos de Minas

Veja mais

Fim da escala 6x1 é aprovada: veja os próximos passos e quando a mudança começa a valer

Veja mais

Marido é ameaçado pela esposa após pedir a comerciante para não vender bebidas para ela

Veja mais

Policiais têm que arrombar portão e usar Taser para retirar homem do convívio conjugal

Veja mais