Carne bovina atinge o maior preço da história e valor não deve mudar em Patos de Minas

O quilo da carne de primeira deve ser negociada em média de R$40,00.

A carne bovina atingiu o maior valor da história.

Como está acontecendo em todo o Brasil, a população de Patos de Minas terá que desembolsar mais se quiser assar aquele churrasco no final de ano. A carne bovina atingiu o maior valor da história. Especialistas explicam que a exportação de bovinos aumentou muito o que acabou reduzindo a quantidade disponível no mercado nacional. O quilo da carne de primeira deve ser negociada em média a R$40,00.

O produtor Cícero Vieira explicou que há cerca de 30 dias a arroba do boi gordo era vendida a R$160,00. Hoje, o valor subiu para R$230,00 em média, o que é em valor nominal, ou seja, sem levar em conta a inflação ou outras situações, o maior valor da história. “Exportação para a China é o principal motivo. Até boi vivo está sendo exportado”, explicou.

Além disso, o produtor informou que, nesta época do ano em que as pessoas consomem mais nas festas de natal e ano novo, a demanda de carne bovina cresce 20% o que acaba provocando ainda mais esta alta nos preços. Com relação aos preços nos mercados, Cícero informou que as carnes de segunda como fraldinha, acém, músculo e coxão duro podem ser vendidos em média por R$25,00 o quilo.

Com relação às carnes mais nobres, como: alcatra, picanha, filé mignon e contrafilé, que são as mais procuradas para os churrascos, os preços devem ficar na média de R$40,00 o quilo. E quem quiser comer carne bovina vai ter que se acostumar. “Entendo que isso não volta mais ao preço que era antes. O jeito é se acostumar mesmo”, afirmou.

Segundo Cícero, pode sofrer uma queda nos preços durante a quaresma, quando muitos deixam de comer carne vermelha, mas não deve voltar a ser como em outubro. O produtor também ressaltou que outras carnes, como de frango e suína, também sofreram reajustes porque também tiveram um aumento nas exportações.

Com relação ao consumo, ele informou que já sentiu uma queda no movimento. “Percebemos que o povo se assustou”, disse. Porém, ele acredita que isso não vai atrapalhar as vendas para o final de ano, já que nesta época as pessoas estão com mais dinheiro.

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