Vizinhos de supermercado se revoltam com caminhões constantemente estacionados em suas garagens

Os caminhões que chegam para descarregar mercadorias têm sido um empecilho, tanto para entrar quanto para sair de casa.

Morar próximo a um supermercado, à primeira vista, pode parecer bastante vantajoso. Entretanto, para os vizinhos do supermercado Bernardão do centro da cidade, esta realidade tem sido uma experiência bastante traumática. Os caminhões que chegam para descarregar mercadorias têm sido um empecilho, tanto para entrar quanto para sair de casa.

A moradora da Travessa Maria Eugênia de Jesus, bem no centro da cidade, encaminhou fotos à redação do Patos Hoje com registro das inúmeras vezes que se deparou com a garagem de casa bloqueada por caminhões estacionados em local proibido. Ela alega que já precisou permanecer uma manhã inteira sem ter como sair de casa porque a garagem estava bloqueada por uma desses caminhões.

O episódio mais marcante, segundo a moradora, foi quando a filha teve uma crise asmática e ela não teve como sair de casa para levá-la ao hospital. Por sorte, nesse dia, o cunhado estava saindo para trabalhar e ajudou a resolver o problema.

A moradora disse que fez inúmeras reclamações no Supermercado, na Prefeitura e até na Câmara Municipal, mas que os caminhões continuam parando na frente das garagens. Ela disse também que tenta conversar com os motoristas, mas que já chegou a ser ameaçada por eles e ter que voltar correndo para dentro de casa.

E a dificuldade de acesso à residência não é o único problema. Os moradores reclamam dos estragos causados pelos caminhões nas calçadas e com esbarrões nos muros e residências, além da sujeira deixada pelos motoristas, como restos de comida e urina nas portas das casas. Eles clamam por uma solução para o problema.

Em reposta ao Patos Hoje, a assessoria do Supermercado informou que a responsabilidade pelo caminhão que faz entregas é do caminhoneiro, do dono do caminhão ou da empresa responsável por ele. “A gente se coloca à disposição para ajudar no que for necessário, mas, até o momento, não recebemos nenhuma reclamação formal”, concluiu.

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