Torcidas de URT e Mamoré fazem a festa no Zama Maciel e dão exemplo

Além de ter o maior clássico do interior, os torcedores patenses mostraram que realmente sabem respeitar a torcida adversária.


Os milhares de torcedores de URT e Mamoré fizeram a maior festa e nada de grave foi registrado.
Patos de Minas teve mais um motivo para se orgulhar nesse domingo (12). Além de ter o maior clássico do interior de Minas Gerais, os torcedores patenses mostraram que realmente sabem respeitar a torcida adversária. No estádio Zama Maciel, os milhares de torcedores de URT e Mamoré fizeram a maior festa e nada de grave foi registrado.

De acordo a Tenente Luciana, as dezenas de policiais militares escalados para fazer a segurança do jogo não tiveram muito trabalho. Ela informou que houve apenas um incidente, mas nada de grande relevância. O comandante do 15º BPM, Ten Cel Campos, também ressaltou a tranquilidade dos torcedores.

O resultado mostrou que a paixão do torcedor patense não ultrapassa o respeito ao adversário. Foram 90 minutos de jogo e quase nada registrado. Após o jogo, o clima de tranquilidade continuou. Os torcedores do Trovão Azul saíram chateados com a derrota por 3 a 1 para o arquirrival, mas entenderam que foi a apenas uma partida de futebol.

A paz e tranquilidade no clássico servem como exemplo para outras cidades. Enquanto, alguns times têm que fazer jogos de torcida única, Patos de Minas pode celebrar a festa com famílias e crianças no estádio. As duas torcidas no estádio fizeram com que a festa ficasse ainda mais bonita e empolgante.

E como é comum, as brincadeiras e provocações não faltaram. Em casa, a enorme torcida celeste viu o time se esforçar dentro de campo e torceu até o último minuto, mas não deu. A festa foi mesmo da torcida esmeraldina. Eles fizeram chacota, pularam, gritaram e tentaram rebaixar o adversário.

Eles usaram de tudo para empurrar os jogadores e brincar com os adversários. Caixões, tambores, faixas, papéis picados, sinalizadores, bandeiras e gritos tomaram conta das arquibancadas. O simbólico grito de “O campeão voltou” surgiu mais uma vez.

Autor: Farley Rocha

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