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PC e PRF apreendem em Patos de Minas mais de R$ 2 milhões de defensivos agrícolas roubados

O valor apurado até agora ultrapassa R$ 2 milhões.

Reportagem atualizada às 14h21 desta quinta-feira (28) para inserir manifestação do advogado Felipe Pereira

Uma Ação integrada entre a Polícia Civil do Estado de Minas Gerais e a Polícia Rodoviária Federal, intitulada operação "AGRO", desencadeada nesta terça-feira (27), aprendeu vasta quantidade de defensivos agrícolas e sementes fruto de roubos de cargas no final do ano de 2020. O valor apurado até agora ultrapassa R$ 2 milhões.

No galpão situado, no Bairro Cidade Nova, em Patos de Minas, onde foram encontradas as mercadorias, os policiais verificam outros produtos em tese falsificados e/ou produtos de outros roubos de cargas. Um suspeito que estava na posse de 200 l de Mertin foi preso na manhã desta terça na cidade de Bom Despacho. Ele está sendo autuado em flagrante e outro conduzido funcionário da empresa será ouvido.

De acordo com o Delegado Regional, Luís Mauro Sampaio, a ação desencadeada foi conduzida pela delegacia especializada em investigação e repressão ao furto ou roubo de cargas com apoio da Regional de Patos de Minas, Polícia Rodoviária Federal e do Ministério da Agricultura e Pecuária do Governo Federal.

O advogado da empresa, Dr. Philipe Pereira, disse que todos os produtos têm nota fiscal e que a empresa também foi surpreendida com a notícia de que parte dos produtos são de origem criminosa. “Todo o montante foi adquirido de uma só vez. A polícia já reconheceu que parte dos produtos é de origem lícita”, disse. Segundo ele, tanto os proprietários quanto os funcionários estão colaborando para que as pessoas que tenham vendido os produtos de forma ardilosa sejam reconhecidas e presas. No entanto, às 13h30, o Delegado Regional Luís Mauro Sampaio informou que os produtos, que estariam apenas com problemas de nota fiscal, como foi apontado pelo advogado, foi verificado que são provenientes de furto e roubo em Tupaciguara. O advogado Philipe Pereira voltou a entrar em contato com o Patos Hoje nesta quinta-feira (28) e relatou que parte dos produtos realmente tem origem lícita. Ele pediu para anexar alguns documentos que seriam Auto de Restituição, porém o nome dos documentos encaminhados para o Patos Hoje tem o nome de Auto de Depósito.

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