Pais e servidores fazem abaixo-assinados com dezenas de assinaturas contra denúncia de maus-tratos em CMEI

Eles negam a denúncia de que teria havido maus-tratos de criança no centro e pedem a reintegração da professora e a permanência da direção.

Pais encaminharam para o Patos Hoje nesta terça-feira (22) um abaixo-assinado feito pelos pais e uma resposta dos servidores do Centro Municipal de Educação do Bairro Jardim Esperança, em Patos de Minas. Dezenas de assinaturas compõem os documentos. Eles negam a denúncia de que teria havido maus-tratos de criança no centro e pedem a reintegração da professora e a permanência da direção.

Segundo o abaixo-assinado, o caso se trata de um boato que está manchando o nome do CMEI, da professora e da direção. “O CMEI é excelente, (a própria Mãe relata isso nas mídias). Todos do CMEI têm muito amor pelas crianças. Isso é nítido. Nós confiamos muito no CMEI, nas educadoras e na diretora. A confiança é tanta que foi realizado um abaixo assinado em defesa da verdade e justiça”, destacaram os pais.

Segundo eles, as lesões foram feitas por objeto cortante, arranhões, diferente do que ela relatou, que a criança teria recebido apertões. Isso teria sido comprovado pelo Exame de Corpo Delito. A mãe também teria se mostrado desatenciosa com relação à filha, não vendo os ferimentos na hora do banho, somente depois. Eles também destacaram a mudança de versões da mãe. Eles pediram a reintegração da professora e a permanência da direção.

Em resposta, os profissionais ainda destacaram que a professora é uma profissional incrível e impecável na sua profissão. “O caso levado à mídia e aos órgãos competentes, e que gera um processo, acusando indevidamente a profissional Adriana de agredir uma criança na quinta-feira 10/11/2022, trouxe na data quinta-feira 17/11/2022 a decisão chocante e inesperada, seu afastamento das suas atividades”, exclamaram.

“Com este documento pedimos que seja revogada a decisão de retirar/afastar a profissional das suas funções de educadora da CMEI Leônides Alves da Rocha (Creche Curumim), pedimos que seja realizado o processo que prove a inocência da mesma. Essa decisão precipitada sem chegar ao fim do processo, sem provas reais, apenas alimenta uma perseguição, uma injustiça. Pois a profissional atua há 18 anos na área, e nunca, jamais houve algo parecido em seu currículo. Isso é humilhante à profissional, denegrindo sua imagem! Pedimos que seja feita averiguação correta e somente com a apuração do caso seja tomada a decisão cabível.” Os documentos foram encaminhados para a Secretaria Municipal de Educação-SEMED- para demais providências.

Os servidores entraram em contato com o Patos Hoje às 15h00 desta terça-feira (22) e apontaram uma incorreção no posicionamento delas: As professoras se afastaram de forma espontânea para evitar represálias por parte da mãe, não tendo portanto sofrido punições por parte da administração.

Leia o abaixo-assinado dos pais!

Veja a resposta dos servidores!

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