Municípios da Regional de Patos de Minas aderem 100% a política de drones no combate às arboviroses

Minas Gerais investiu mais de 30 milhões para contratação e execução do geomonitoramento por drones.16 de Janeiro de 2025 , 12:32

A região de Patos de Minas começa o ano de 2025 com pé direito no combate à dengue e outras arboviroses. Afinal, 100% dos municípios da Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Patos de Minas aderiram à Política de Saúde relacionada na Resolução SES-MG Nº 9.035, para o controle das doenças vinculadas às arboviroses (dengue, chikungunya e zika, por exemplo). A Regional de Saúde, por meio do Núcleo de Vigilância Epidemiológica, Consórcio Intermunicipal de Saúde do Alto Paranaíba (CISALP), e Aero Engenharia (Empresa terceirizada para execução do mapeamento com drones) estabeleceram um cronograma que abrange os 20 municípios, com previsão de iniciar no dia 22/1, e finalizar dia 30/1.

O Governo de Minas tem investido na utilização de drones no controle do aedes com foco na otimização do trabalho do agente de endemias. Os equipamentos são capazes de sobrevoar áreas de difícil acesso e identificar focos do Aedes aegypti em caixas d’água e piscinas descobertas, e possibilitam a aplicação precisa de larvicidas posteriormente pelos agentes de endemias.

Investimentos

São mais de R$ 30 milhões repassados pelo Governo de Minas para contratação e execução do geomonitoramento por drones. Isso possibilitou que os consórcios de saúde recebessem recursos para executar o serviço em municípios com menos de 30 mil habitantes. “Esse investimento estadual cobre 100% o valor do serviço, sem necessariamente ter contrapartida dos municípios para mapeamento de 30% de cada território”,salientou Maíra Lemos de Castro, Superintendente Regional de Saúde de Patos de Minas. Na Unidade Regional, 20 municípios fizeram adesão recentemente, por meio do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Alto Paranaíba (CISALP), com exceção de Patos de Minas, município mais populoso, que já havia aderido e está em fase avançada.

Renato Mafra, diretor operacional da Aero Engenharia, explicou as etapas do projeto. Segundo ele, tudo começa com o planejamento (realizado por cada município das áreas necessitadas, de acordo com critérios epidemiológicos), seguido do  mapeamento (parte da empresa, com cronograma previsto para o sobrevoo com registro de imagens). Em seguida ocorre a análise (identificação e classificação dos focos), tratamento e inteligência da informação. Renato destacou que após o mapeamento, a empresa contratada pelo CISALP tem até 7 dias úteis para encaminhar a análise para o município, que por sua vez tem 7 dias úteis para que o agente de endemias visite os locais identificados, com objetivo de ser mais assertivo no combate aos focos do mosquito.

Fonte: Ascom Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais

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