Mulher que fraudou exame de gravidez e mentiu sobre violência doméstica é indiciada por vários crimes no Carmo

Os crimes foram cometidos em Carmo do Paranaíba, região do Alto Paranaíba.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu um inquérito e indiciou duas mulheres, de 36 e 45 anos, por crimes de falsa identidade, falsidade de documento particular, denunciação caluniosa, perseguição, fraude processual e corrupção de menores, bem como a lavratura de procedimento em desfavor de uma adolescente de 17 anos, pela prática de ato infracional análogo ao crime de falsa identidade. Os crimes foram cometidos em Carmo do Paranaíba, região do Alto Paranaíba.

As informações foram divulgadas pela Assessoria de Comunicação da Polícia Civil na tarde desta terça-feira (28). Segundo a Assessoria da PC, as investigações tiveram início em agosto deste ano, após informações de que um indivíduo teria cometido lesão corporal em âmbito de violência doméstica em desfavor de uma das indiciadas. Ao longo das investigações, verificou-se que os fatos não se deram da forma como ela havia alegado, tratando-se então de denunciação caluniosa.

De posse das informações, a equipe da Delegacia de Polícia Civil em Carmo do Paranaíba iniciou diversos levantamentos investigativos. De acordo com o apurado, a indiciada falsificou documento particular para adulterar um exame de gravidez. Posteriormente, a PCMG comprovou que a mulher teria ludibriado uma funcionária de laboratório clínico para passar a adolescente, que estava grávida, como gestante do filho da vítima.

A Polícia Civil obteve provas de que as mulheres pagaram à adolescente R$100,00 para que ela comparecesse ao laboratório e fornecesse sangue para a amostra do exame de gravidez, configurando o crime de corrupção de menores e falsa identidade.

A principal mentora e investigada do procedimento foi indiciada pela prática dos crimes de falsa identidade, falsidade de documento particular, denunciação caluniosa, perseguição, fraude processual e corrupção de menores, todos em concurso material de crimes, sendo que se somadas as penas de referidos delitos, estas poderão ultrapassar 20 anos.

A coautora, tia da suspeita, que auxiliou materialmente e moralmente na execução de condutas, foi indiciada pelos crimes de falsidade de documento particular, falsa identidade e corrupção de menores. Já a adolescente infratora, será responsabilizada por ato infracional análogo ao crime de falsa identidade.

O inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário. A Polícia Civil ressalta a importância da população no combate ao crime, e pede aos cidadãos que denunciem através dos telefones 181 ou (34) 3851-2070 e através do WhatsApp da Delegacia (34) 3851-2070, sendo que o sigilo é garantido.

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