Infestação do Mosquito Aedes Aegypti triplica em Patos de Minas e acende sinal de alerta

O estudo apontou um índice de infestação predial de 1,7, o que é considerado “Médio Risco”.

Os agentes de endemias trabalham para eliminar os criadouros.

O Programa Municipal de Combate à Dengue divulgou nesta segunda-feira (16) o resultado do Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes Aegypti – LIRAa – o primeiro do ano de 2017. O estudo apontou um índice de infestação predial de 1,7, o que é considerado “Médio Risco”. Entretanto, se for considerado o LIRAa realizado há três meses, o percentual é três vezes maior e preocupa.

O levantamento foi feito nos dias 10,11 e 12 de Janeiro. Os agentes de endemias visitaram aproximadamente 4.000 residências localizadas em todos os bairros da cidade. Em muitos locais, os agentes encontraram recipientes com larvas do mosquito. “O índice de Médio Risco preocupa todos nós do Programa Municipal de Combate à Dengue (PMCD), uma vez que os fatores climáticos como as chuvas, e calor intenso estão favoráveis para que o ciclo evolutivo do mosquito aconteça de forma mais rápida.” – revelou Sueli Santos, gerente do programa.

Além do Índice de Infestação de 1,7 ser mais de três vezes maior do que o percentual de 0,5 registrado no ano passado, os locais onde foram encontrados os focos do mosquito também preocupam. Eles estão em pratinhos de vasos de plantas, tambores usados para armazenas água das chuvas, calhas e lixo e materiais de construção armazenados de forma incorreta.

Em oito bairros da cidade a situação é mais preocupante. O Centro, Nossa Senhora Aparecida, Cônego Getúlio, Cristo Redentor, Caramuru, Nossa Senhora de Fátima, Jardim Paulistano e Planalto foram os locais com maior índice de infestação e receberão as visitas dos agentes de endemias primeiro.

O mosquito Aedes Aegypti transmite não só a Dengue, como também a Chikungunya, Zika Vírus e a Febre Amarela. Por isso é importante à participação de toda a comunidade no combate ao transmissor. Os agentes de endemias vão reforçar o trabalho com mutirões de limpeza, campanhas educativas e visitas de porta em porta, mas o trabalho só terá efeito se os moradores tirarem 10 minutos por semana para verificar e eliminar os focos do mosquito que existirem em seus quintais.

Autor: Maurício Rocha

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