Facebook vai eliminar propaganda política depois de eleição nos EUA, diz NYT

O Facebook, que decidiu não agir com base nesse conteúdo, tem enfrentado críticas de funcionários e legisladores.

O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, e alguns executivos da empresa têm discutido uma “chave de controle” para eliminar publicidade política após o fim da eleição para conter desinformação, publicou o New York Times nesta sexta-feira, citando fontes não identificadas .

O Facebook está analisando cenários pós-eleitorais que incluem tentativas do presidente dos EUA, Donald Trump, ou sua campanha de usar a plataforma para deslegitimar os resultados, de acordo com o relatório. A empresa de mídia social tem sido criticada por isentar anúncios e discursos de políticos de verificações de fatos.

No ano passado, o Twitter proibiu anúncios políticos. O Twitter nos últimos meses adicionou rótulos de verificação de fatos e avisos aos tuítes do presidente Trump, incluindo alguns sobre votação por correspondência. O Facebook, que decidiu não agir com base nesse conteúdo, tem enfrentado críticas de funcionários e legisladores.

Em junho, o Facebook começou a rotular todas as postagens e anúncios sobre votação com links para informações oficiais, incluindo as de políticos. A campanha do candidato presidencial democrata Joe Biden publicou uma carta aberta em junho para Zuckerberg, pedindo para a empresa verificar os anúncios dos políticos nas semanas antes da eleição. O Facebook não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters.

Últimas Notícias

Condutor inabilitado que se envolveu em acidente vai responder por crime de trânsito

Veja mais

Mulher é presa após furtar celular em balcão de loja no Centro de Patos de Minas

Veja mais

Polícia apreende mais de R$ 50 mil em dinheiro em operação contra o tráfico em Celso Bueno

Veja mais

Polícia Civil indicia mulher por maus-tratos após morte de gato em São Gotardo

Veja mais

PRF aborda carro em baixa velocidade na BR 365 e encontra porta-malas abarrotado de maconha, haxixe e merla

Veja mais

Condenado por assassinato recorre da sentença e recebe novamente pena de 14 anos

Veja mais