Copasa volta a mandar água para a Lagoa Grande antes mesmo da conclusão da limpeza

Alguns comemoraram, mas também houve críticas.

Nesta sexta-feira (25) a Copasa voltou a dispejar água na Lagoa.

Frequentadores da Lagoa Grande foram surpreendidos na tarde desta sexta-feira (25) com a inciativa da Copasa de voltar a despejar água no local. A Companhia de Abastecimento havia se comprometido a devolver o espelho d’água do principal cartão postal de Patos de Minas, mas exigiu que o mato que cresceu no local fosse retirado.

Na tarde desta sexta-feira de Natal, muito antes da conclusão da retirada do mato da Lagoa Grande, a Copasa voltou a despejar água no local. A pequena cachoeira que saia da tubulação da Companhia de Abastecimento chamou a atenção das dezenas de pessoas que passavam pelo lagoa. Alguns comemoraram, mas também houve críticas.

O senhor Geraldo Viera mora próximo ao Terminal Rodoviário, frequenta diariamente a lagoa e se disse decepcionado com o serviço realizado na Lagoa Grande. Segundo ele a expectativa era de que a Lagoa Grande fosse totalmente revitalizada. O senhor João Pereira também questionou o serviço realizado no local.

Sentado ao lado da tubulação de água, o senhor João destacou que com os quase R$ 600 mil liberados pelo Governo Federal era possível fazer um serviço melhor. Ele também reclamou dos estragos feitos durante a realização da obra e que foram deixados para trás, como as pedras retiradas para a entrada dos caminhões e máquinas. Ele também reclamou da sujeira deixada dentro da Lagoa Grande.

De acordo com a direção da Copasa em Patos de Minas, serão necessários 70 mil metros cúbicos de água para devolver o espelho d’água à Lagoa Grande. A empresa explicou que o serviço vai levar de 45 a 90 dias para ser concluído. A água necessária para manter a Lagoa cheia ainda é objeto de discussão entre a Prefeitura e a Copasa.

As obras

As obras de desassoreamento da Lagoa Grade tiveram início em maio deste ano e deveriam ter sido concluídas em algumas semanas. Mas o serviço foi marcado por polêmicas e atrasos. O dinheiro liberado pelo Ministério do Turismo, cerca de R$ 580 mil, sobrou quase a metade e muitas obras que deveriam ser feitas no local, como a retirada do barro de toda a Lagoa Grande, reforma da iluminação e do parquinho infantil, ficaram sem fazer.

Autor: Maurício Rocha

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