Com vários pacientes e sem gerador, Mini Hospital fica quase uma hora sem energia

Alguns tiveram que ir embora. Os que ficaram foram atendidos só depois que a luz foi reestabelecida.


Com o apagão na parte alta da cidade os atendimentos foram interrompidos e só voltaram quando a energia se restabeleceu.
Os pacientes que precisaram do Mini Hospital na noite desta quarta-feira (03) passaram por um problema nada aceitável. Um apagão que atingiu boa parte de Patos de Minas deixou os pacientes sem atendimento por mais de 40 minutos. Alguns tiveram que ir embora. Os que ficaram foram atendidos só depois que a luz foi reestabelecida.

De acordo com Vânia Londe, foram de 40 a 50 minutos sem energia. “Tudo ficou em completa escuridão e os médicos pararam de atender”, afirmou. De acordo com ela, tudo aconteceu por volta das 21h00, quando vários pacientes aguardavam na fila. Com o problema, alguns não conseguiram esperar e acabaram desistindo do atendimento.

E a situação ficou mesmo difícil no local. Pacientes ficaram revoltados e chegaram a iniciar uma manifestação. Segundo Vânia, com todas as dependências do hospital no escuro e as pessoas precisando ser atendidas, o segurança disse que se alguém quisesse ser medicado precisava levar uma lamparina porque não havia gerador no local.

E isso foi o que mais chamou a atenção. O Mini Hospital atende pessoas de toda a cidade e ele deveria possuir um equipamento de energia emergencial. Os geradores em estabelecimentos de saúde são peças fundamentais para que caso falte energia na hora de algum procedimento, isso não acabe afetando o paciente.

No entanto, por sorte nada de mais grave foi registrado. Após o tempo de espera e os cerca de 40 minutos sem energia, o neto de Vânia acabou sendo atendido e medicado. O garoto estava realmente com princípio de pneumonia e precisava de atendimento urgente. A avó e toda a família agradeceram pelo atendimento, mas acharam um absurdo o hospital não ter um gerador de energia.

Outra avó que ficou indignada com a situação foi Leopoldina Mendes de Oliveira. Ela também foi levar o neto que estava com febre alta e dor de cabeça e acabou passando pelo sufoco. Ela também ressaltou o problema da falta de gerador e pediu providências para que isso não aconteça outras vezes.

Após o reestabelecimento da energia, tentamos conversar com o responsável pela Unidade de Pronto Atendimento para ter um posicionamento a respeito do assunto, mas ele não pôde nos atender porque estava em meio a um procedimento médico.

Autor: Farley Rocha

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