Casinhas depredadas: Prefeito e Empresa não entram em acordo por prejuízo de R$1,5 milhão

O prefeito também disse que vai denunciar à justiça os invasores das casas.

As moradias, no Bairro Sol Nascente, próximo ao Jardim Esperança, estão em estado de abandono.

A longa novela das 100 moradias populares do Minha Casa, Minha Vida no Bairro Sol Nascente ganhou um novo capítulo. O Prefeito Pedro Lucas disse que vai cancelar o contrato com a empresa responsável pela obra. Com isso, a entrega dos imóveis vai ficar ainda mais distante. O prefeito também disse que vai denunciar os invasores das casas.

Os imóveis começaram a ser construídos no início de 2011 e naquele ano já começaram a ter problemas. A empreiteira não conseguiu executar a obra e outra empresa teve que ser contratada. A empreiteira Máxima Engenharia ficou responsável pela conclusão das moradias. Mas houve mais problemas e as casas foram invadidas.

Além da invasão, as casas, sem qualquer segurança, começaram a ser dilapidadas por ladrões e vândalos. Telhados, portas e janelas já foram furtados. As paredes estão todas pichadas e incêndios danificaram os imóveis. Diante disso, a prefeitura notificou a empresa para concluir as moradias. A Prefeitura calcula que o prejuízo chegue a cerca de R$1,5 milhão.

No entanto, segundo o Prefeito Pedro Lucas, a empresa se negou a retomar a obra. Ele informou que a empresa deseja que todo esse prejuízo seja suportado pelo município, o que contrariou o prefeito. Ele disse que vai cancelar o contrato e aplicar todas as penalidades cabíveis à empresa.

Pedro Lucas ainda falou sobre outro problema. Ele contou que vai levar o caso das invasões para o Ministério Público para que os invasores paguem na justiça pelos crimes. Ele deixou claro que os imóveis pertencem ao município e quem invadir vai sofrer todas as consequências jurídicas. O Prefeito informou que uma nova empreiteira deverá ser contratada para terminar as casinhas que começaram a ser construídas há mais de cinco anos. Enquanto isso, o que resta aos beneficiários é aguardar a conclusão.

O Patos Hoje entrou em contato com a Máxima Engenharia, mas até o momento não conseguiu contato com o responsável pela empresa.

Autor: Farley Rocha

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