Ação com várias autoridades povoa córregos em Pindaíbas e Areado com 15 mil peixes

A ação ambiental contou com a presença de autoridades, ambientalistas e representantes da comunidade local, respeitando-se os protocolos de biossegurança da Covid-19.

Na manhã desta terça-feira (06), aconteceu a 5ª edição do peixamento no no córrego do Bauzinho em Pindaíbas, afluente do rio Paranaíba e córrego do Arroz emissário do rio Areado que é afluente do rio São Francisco, no município de Patos de Minas. A ação ambiental contou com a presença de autoridades, ambientalistas e representantes da comunidade local, respeitando-se os protocolos de biossegurança da Covid-19.

A primeira parada foi às 9h30 no chamado Poção Azul, do Córrego Bauzinho, no Distrito de Pindaíbas. O conhecido ponto turístico da comunidade, que está muito bem conservado com árvores frondosas e água esverdeada, é realmente de encher os olhos. O ponto negativo é que, apesar da beleza natural, alguns materiais como garrafas e plásticos foram encontrados às margens do córrego e tiveram que ser recolhidos para serem descartados em local apropriado.

Após a limpeza, a área recebeu milhares de matrinxãs e curimatã-pacu. Eles vieram em tanques da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales São Francisco e Parnaíba) que faz a criação dos alevinos para repovoar os mananciais de toda a região. Os peixes foram transferidos para sacos plásticos e, em uma corrente humana, foram inseridos na bela área do córrego que chama atenção pela vasão d’água, formando inclusive uma pequena queda d’água.

Em seguida, autoridades e ambientalistas participaram do segundo peixamento no córrego do Arroz na região dos Basílios no Distrito do Chumbo (Areado). Durante os discursos, todos destacaram a importância de se preservar o meio ambiente e ressaltaram que os alevinos de espécies nativas são pertencentes à ictiofauna da bacia das regiões.

Segundo a direção do Colmeia Patos, que é atualmente presidida pela bióloga Geize Marques, o Programa de Peixamento é uma ação realizada anualmente pela Codevasf, em duas etapas, geralmente em abril e outubro, com o objetivo de repovoar as espécies nativas de peixes nas microbacias das bacias hidrográficas dos rios e córregos que fazem parte dos recursos hídricos da região, como o rio Paranaíba e o rio São Francisco.

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