Universitária é presa em Patos de Minas acusada de participar de esquema de tráfico de drogas no DF

Ela segue na delegacia à disposição das autoridades policiais.

Uma jovem de 23 anos foi presa pela Polícia Civil no final da manhã desta segunda-feira (27) em Patos de Minas. Ela é acusada de participar de um esquema de tráfico de drogas sintéticas que acontece em festa raves no Distrito Federal. A jovem, que é estudante de odontologia, foi encontrada na casa de uma amiga após a expedição de um mandado de prisão temporário. Ela segue na delegacia à disposição das autoridades policiais.

Nossa equipe de reportagem esteve na delegacia e conversou com o Delegado Luiz Mauro Sampaio. De acordo com ele, a Polícia Civil recebeu um mandado de prisão em desfavor da jovem de 23 anos e imediatamente as buscas por ela foram iniciadas. Em um primeiro momento, os policiais foram até a casa da jovem na Rua Cônego Getúlio, mas ela não se encontrava. Diante disso, eles começaram as buscas por alguns lugares onde ela possivelmente poderia estar.

Depois de uma longa manhã de buscas, os policiais civis conseguiram localizá-la no apartamento de uma amiga no Centro da cidade. Segundo o delegado, ela já estava ciente do mandado de prisão e não mostrou resistência. Ela não possui nenhuma passagem policial. O mandado de prisão é temporário e possui duração de 30 dias e foi expedido por um juiz federal. Nada de ilícito foi encontrado com ela que negou que tenha alguma participação no esquema de tráfico de drogas.

A estudante não é natural de Patos de Minas. De acordo com o delegado Luiz Mauro Sampaio, ela está na cidade cursando odontologia. A operação batizada de “Tridente” já levou 20 pessoas para a delegacia e duas ainda continuam foragidas. A operação fiscaliza o comércio de drogas sintéticas em festas raves em Brasília. De acordo com as autoridades, as drogas comercializadas por Djs e empresários, vinham principalmente de Minas e do estado de Goiás. A operação conta com 150 policiais e é feita pela Coordenação de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Cecor), com apoio da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord) e das polícias de Minas Gerais e de Goiás.

A Polícia Civil não divulgou o nome, nem onde a acusada estudava.

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