Preço do quilo de feijão chega a quase R$10,00 e assusta consumidores em Patos de Minas

Nossa equipe de reportagem entrou em contato com alguns estabelecimentos comerciais para saber os reflexos desse aumento nas prateleiras.

As marcas mais consumidas na região estão sendo comercializadas de R$7,99 a R$9,98.

A alta no preço do feijão pegou todo o país de surpresa e em Patos de Minas não foi nenhum pouco diferente. Um dos alimentos mais consumidos entre os brasileiros está quase chegando à casa dos R$10,00 na Capital do Milho. Nossa equipe de reportagem entrou em contato com alguns estabelecimentos comerciais para saber os reflexos desse aumento nas prateleiras.

O feijão é o segundo alimento mais consumido pela população brasileira, ficando atrás apenas do café de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. O alimento está na mesa dos patenses na maioria das refeições e o aumento repentino no preço, deixou os consumidores assustados. De acordo com a empresária Ana Helenice, foi preciso diminuir bastante a quantidade de feijão que ela compra. “O preço está muito elevado e infelizmente tivemos que diminuir, não dá para comprar desse valor”.

Ela ainda disse que 1kg de feijão está quase o preço do saco de arroz. “Se você for ao mercado hoje, vai ver que um quilo do feijão é quase o mesmo preço de cinco quilos de arroz. O pior é que pegou todo mundo de surpresa, eu percebi que houve aumento só depois do dia 15 de Janeiro”. Nossa equipe de reportagem fez contato com alguns estabelecimentos comerciais para sabermos a média de preço do feijão nas prateleiras.

As marcas mais consumidas na região estão sendo comercializadas de R$7,99 a R$9,98. Outras marcas, menos comuns, podem ser adquiridas por preços bem mais em conta entre R$4,29 a R$7,00. De acordo com Darlan Cunha, Engenheiro Agrônomo da Secretaria de Agricultura da Prefeitura Municipal, o principal motivo do aumento no preço do feijão é devido à quebra da primeira safra. Segundo ele, o fenômeno El Ninho causou uma queda de 1,5% na produção do alimento.

O que não diminuiu foi a demanda pelo feijão, a famosa lei da procura e oferta, também contribuiu para o aumento no preço. A expectativa é de que em algumas semanas, assim que a safra voltar ao normal, o preço volte a ser como era antes.

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