Polícia Militar coíbe atividade irregular de vigilância privada e prende vigilante em moto

A moto dele foi removida para o pátio credenciado do Detran.

O motociclista foi preso.

A Polícia Militar prendeu nessa quinta-feira (09) um motociclista de 38 anos que esta exercendo a atividade de vigilância privada de forma irregular. Os policiais destacaram que junto com a usurpação de função também ocorrem outros crimes, contravenções e infrações de trânsito. Moradores também reclamam da perturbação do sossego. A moto dele foi removida para o pátio credenciado do Detran.

De acordo com a Assessoria de Comunicação Organizacional da Décima Região da Polícia Militar, principalmente nas cidades de Patos de Minas, São Gotardo e Carmo do Paranaíba, a corporação tem coibido a atuação irregular de segurança patrimonial. “Algumas empresas insistem em atuar de forma irregular, oferecendo serviços de segurança patrimonial, em via pública, função que deve ser exercida exclusivamente pela Polícia Militar, conforme previsão constitucional”, destacou.

A Polícia Militar informou que além do cometimento do crime de usurpação de função ou de exercício irregular de profissão, também ocorrem outros crimes, contravenções e infrações de trânsito pelos infratores. Segundo a Assessoria de Comunicação Organizacional da 10ª RPM, muitas vezes, os infratores são inabilitados, possuidores de antecedentes criminais, o que pode facilitar o conhecimento da rotina dos moradores e dos locais a serem praticados crimes, principalmente contra o patrimônio, como furtos.

A Polícia Militar informou também que tem recebido diversas reclamações sobre perturbação do sossego, pois, para a execução das atividades irregulares é feito o acionamento de sirene ou de buzina, causando desconforto para todos os moradores do local, principalmente para aqueles que não aderem ao serviço.

Segundo a corporação, algumas pessoas se sentem coagidas a contratarem o serviço com medo de represálias por parte dos executores do serviço irregular. Mesmo com o uso de equipamentos luminosos e sonoros, como giroflex e sirenes, e de uniformes parecidos com os da Polícia Militar, a atividade não pode ser exercida, haja vista não terem o devido preparo profissional e amparo legal.

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