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O anonimato pode servir de proteção da privacidade nas discussões eleitorais? Por Brian Epstein

A Constituição Federal, entre as garantias fundamentais, assegura que “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”.


Todos desejam que seus direitos, como a propriedade, honra, liberdades e outros, sejam preservados, mas será que alguns grupos têm mais direitos que obrigações?

A crença nesta desigualdade de direitos é que gera a intolerância para com os negros, nordestinos, pobres, mulheres, índios, homossexuais, grupos religiosos, entre outros.

Se por um lado o anonimato na “internet” é um mal e favorece crimes sexuais envolvendo crianças, roubo de dados, estelionato e outros danos, por outro lado, poderia ser admitido o anonimato como um meio das minorias livremente se expressarem e participarem do debate político, protegendo sua própria privacidade?

Há menos de uma semana das eleições, as “fake news” inundarão as redes sociais, por vezes dentro de grupos fechados. Por isso, muitas vezes, as vítimas nem sabem da existência da agressão para estabelecer um debate.

O anonimato pode ser usado para disseminar um discurso de ódio ou para viabilizar a liberdade de expressão de minorias ou, ainda, para criar mensagens falsas e inviabilizar a defesa do ofendido.

O que você acha do anonimato nas redes sociais?

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