Moradores sofrem com perturbação e cobram providências para Casas de Prostituição

Uma vizinha que faz tratamento contra um câncer está sofrendo ainda mais devido aos transtornos.

Moradores do Bairro Jardim Paulistano em Patos de Minas querem providências contra a perturbação do sossego. Nessa quinta-feira (12), os vizinhos a um bar onde funcionaria uma casa de prostituição reclamaram da exposição de um banner com uma mulher seminua e de todo o barulho e baixaria que vem do estabelecimento. Uma vizinha que faz tratamento contra um câncer está sofrendo ainda mais devido aos transtornos.

Temendo represálias, os moradores preferiram não se identificar. Eles contaram tudo que vem sofrendo principalmente com o estabelecimento situado na Rua Aleixo Pereira com a Rua Joaquim Francisco Guimarães. A moradora que faz tratamento com quimioterapia devido a um câncer de mama disse que tem crianças em casa e que a situação é muito difícil. “Meu filho fica vendo esta pouca vergonha. Eu praticamente não durmo”, disse.

Ela contou que geralmente começa às 13h00 e vai até as 6h00. “É o dia e a noite, esta pouca vergonha das mulheres”, reclamou. Outra moradora destacou que não é só o barulho. “São mulheres chamando para fazer sexo em plena luz do dia. Já vi mulher agarrando no órgão sexual de homem aqui. É uma baixaria de dia e de noite”, contou. Ela disse que os moradores não conseguem dormir e que há reclamações de pessoas até de outros bairros vizinhos.

Segundo eles, já procuraram diversos órgãos para tentar resolver a situação, mas até o momento nada foi feito. “Nós não dormimos direito e não conseguimos receber ninguém em casa. Não aguentamos mais”, contou. Ela informou que já tentou colocar a casa à venda, mas ninguém teve interesse, devido à Casa de Prostituição. “Quando nós compramos, não havia isso. Os vizinhos moraram por 10 anos e depois alugaram o imóvel”, contou.

Os moradores já fizeram abaixo-assinado e querem providências das autoridades. Um cartaz muito grande de uma stripper seminua foi exposto do lado de fora do estabelecimento nessa quinta-feira (12), ficando de frente para os moradores. Essa exposição deixou os moradores ainda mais indignados. “São mulheres rebolando dia e noite na rua. Há queixas de vários outros moradores”, contaram.

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