Moradores protestam e cobram ação do Governo de Minas para recuperar a LMG-743 entre Patos de Minas e Carmo do Paranaíba

O Patos Hoje já mostrou a situação da rodovia, que tem dificultado a vida de quem depende do trecho diariamente.


Moradores, produtores rurais e lideranças políticas de Patos de Minas e Carmo do Paranaíba realizaram, na tarde desta terça-feira (10), uma manifestação para cobrar providências do Governo de Minas e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-MG) em relação às condições precárias da LMG-743. O Patos Hoje já mostrou a situação da rodovia, que tem dificultado a vida de quem depende do trecho diariamente.

O ato, que inicialmente seria apenas um encontro para discutir o problema, acabou se transformando em protesto e reuniu mais de cem participantes. O prefeito de Carmo do Paranaíba e cinco vereadores do município, que representam a região afetada, estiveram presentes. Dezenas de produtores rurais também participaram, relatando prejuízos e isolamento.

A LMG-743 tem início na BR-365, no povoado de Leal, corta a Região Leste de Patos de Minas e de Carmo do Paranaíba e interliga os dois municípios à BR-354. No trajeto, passa pelos distritos de Chumbo e Major Porto, em Patos de Minas, e Quintinos, em Carmo do Paranaíba. São dezenas de comunidades que dependem da rodovia estadual para escoar produção, buscar atendimento de saúde, estudar e acessar serviços básicos.

O trecho de aproximadamente 24 quilômetros entre Major Porto e Quintinos não é asfaltado e, segundo os moradores, está praticamente intransitável. Em alguns pontos, a passagem só é possível com veículos traçados. “Tem trecho que só passa se estiver montado a cavalo”, reclamou o ex-vereador Nascimento dos Reis Araújo, o Xel, durante a manifestação.

Além das dificuldades no deslocamento entre os municípios, comunidades da Região Leste de Carmo do Paranaíba relatam que estão praticamente sem acesso por terra. Moradores das localidades de Jardim, Malhada, Brasilinha e Fuldas afirmam que enfrentam atoleiros e erosões, situação que classificam como de emergência.

O clima durante o protesto foi de revolta e cobrança ao governo do Estado, sob gestão de Romeu Zema. Os manifestantes pedem uma solução definitiva para a rodovia, seja por meio de pavimentação ou recuperação estruturada da estrada, alegando que medidas paliativas não têm resolvido o problema.

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