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Homem é indiciado por aplicar “golpe do falso servidor da Justiça” e causar prejuízo a morador de Patos de Minas

A vítima é um morador de Patos de Minas, de 44 anos, que sofreu prejuízo de R$1.150,00 após cair no chamado “golpe do falso servidor do Poder Judiciário”.

A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu, nesta quinta-feira (25), o inquérito que investigava um esquema de fraude virtual e indiciou um homem de 32 anos pelo crime de estelionato. A vítima é um morador de Patos de Minas, de 44 anos, que sofreu prejuízo de R$1.150,00 após cair no chamado “golpe do falso servidor do Poder Judiciário”.

Segundo a nota divulgada pela Polícia Civil, o investigado agiu em conjunto com outros indivíduos e entrou em contato com a vítima por telefone se passando por integrantes da Justiça. Durante as ligações, os criminosos se identificaram falsamente como uma servidora do Juizado Especial e um promotor de Justiça.

As investigações apontaram que para dar credibilidade à fraude, os golpistas utilizaram informações reais de um processo judicial que estava em andamento em nome da vítima. Eles informaram que havia valores a serem recebidos, mas alegaram que a liberação do dinheiro dependeria do pagamento de uma taxa no valor de R$1.150,00.

Acreditando na história, o morador realizou a transferência do valor por meio de Pix para a chave indicada pelos criminosos.

Durante os levantamentos, a equipe de investigação conseguiu identificar o titular da conta bancária vinculada à chave Pix que recebeu o dinheiro da fraude. O homem de 32 anos foi formalmente indiciado pelo crime de estelionato.

Após a conclusão das investigações, o inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.

A Polícia Civil alertou a população para que desconfie de contatos que solicitem pagamentos para a liberação de valores relacionados a processos judiciais. De acordo com a instituição, tanto o Poder Judiciário quanto o Ministério Público não realizam cobranças, depósitos ou transferências bancárias como condição para o recebimento de valores.

Em caso de dúvidas, a orientação é que o cidadão procure diretamente os canais oficiais da Justiça ou entre em contato com seu advogado de confiança.

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