Homem diz que foi baleado durante assalto na estrada de Sumaré, mas entra em contradição

A vítima estava com calça jeans, camiseta e boné o que levantou suspeita pelos militares, por não serem roupas para praticar caminhada.

Um homem, de 41 anos, foi socorrido no Hospital Regional Antônio Dias (HRAD), na noite desta quarta-feira (17), após ter sido vítima de um disparo de arma de fogo na mão esquerda, após uma suposta tentativa de assalto. Durante conversas com os militares, o homem e o irmão entraram em contradição diversas vezes

Funcionários do HRAD acionaram a Polícia Militar, por volta de 19h30, dizendo que um homem procurou o Pronto-Atendimento com um ferimento na mão esquerda, provocado por um disparo de arma de fogo.

Segundo a vítima, ela fazia caminhada na estrada de Sumaré, entre a BR354 e a entrada da estrada de acesso à comunidade de Arraial dos Afonsos, quando um homem se aproximou dela e exigiu R$5,00. A vítima teria negado, momento em que o homem exigiu que ela lhe entregasse o relógio que estava no pulso da vítima, porém mais uma vez ela negou. O suposto assaltante teria sacado uma arma de fogo e a vítima teria reagido e os dois entraram em luta corporal. A vítima disse que durante a confusão o homem atirou em sua mão esquerda. Logo após a vítima fugiu para o meio do mato e o suposto assaltante fugiu do local.

Ainda segundo a vítima, ela procurou ajuda e pediu para uma pessoa, que passava pela estrada, ligar para o irmão e que logo após ele teria ido até o local. O homem, de 41 anos, disse que os dois foram na residência que eles moram, pegados os documentos e logo após, foram para o HRAD.

A vítima estava com calça jeans, camiseta e boné o que levantou suspeita pelos militares, por não serem roupas para praticar caminhada. A vítima e o irmão, durante conversa com os policias, entraram em contradição. A vítima não soube informar qual o número de celular do irmão. Quando os policias pediram para ver o histórico de ligação do irmão, o mesmo disse que havia apagado o registro de ligações.

O irmão e a vítima foram levados em carros separados até o suposto local que o irmão buscou a vítima. Porém mais uma vez entraram em contradição. A vítima apontou um lugar diferente do irmão. Uma distância de cerca de 500 metros. No suposto local do crime, não foi encontrado projétil de arma de fogo ou vestígios de sangue.

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