Família corre contra o tempo para conseguir cirurgia negada por falta de repasse do IPSEMG

O casal acionou um advogado para tentar na justiça uma autorização para que a esposa faça uma cirurgia, pois ela luta contra um câncer de mama e o procedimento é de suma importância para que ela consiga vencer a doença.

Natália que já tenta vencer um câncer de mama agora vai travar uma batalha contra o estado.

Uma família corre contra o tempo em busca de um tratamento que está sendo negado pelo Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais - Ipsemg. O casal acionou um advogado para tentar na justiça uma autorização para que a esposa faça uma cirurgia, pois ela luta contra um câncer de mama e o procedimento é de suma importância para que ela consiga vencer a doença.

Natália Aparecida Ribeiro da Silva que já tenta vencer um câncer de mama agora vai travar uma batalha contra o estado. Isso porque seu marido, Edmar Ferreira da Silva é servidor estadual e todo mês é descontado de seu salário, uma quantia que deveria ser repassada para os hospitais para que ele e a família pudessem ser beneficiados com procedimentos de saúde. Entretanto, o dinheiro não está sendo repassado e agora ele corre contra o tempo para que sua esposa possa vencer a luta contra o câncer.

Ela possui uma cirurgia marcada para a próxima quinta-feira (24) só que o hospital se recusa a realizar o procedimento uma vez que, o estado não repassou o dinheiro que está sendo descontado do salário de Edmar justamente para esse tipo de situação. Eles acionaram o advogado Marcos Vaz que foi até a sede do Ipsemg em Patos de Minas buscar uma solução para o caso, porém a resposta não foi nada satisfatória.

De acordo com ele, para que se possa entrar na justiça e pedir uma liminar autorizando a realização da cirurgia é preciso esgotar todas as medias administrativas, ou seja, é preciso que o órgão entregue por escrito uma negativa a eles dizendo o motivo pelo qual o pedido de cirurgia está sendo negado. Nossa equipe de reportagem acompanhou o momento em que eles buscaram essa negativa por escrito.

O funcionário do local disse que não pode fazer nada uma vez que a responsável, identificada como Mônica, pegou cinco dias de licença devendo retornar somente na próxima semana e apenas ela poderá solucionar esse problema. Questionados se ela teria deixado outra pessoa responsável no lugar dela, os funcionários disseram que não e que também não podiam dar a negativa por escrito em decorrência do período eleitoral.

Enquanto isso, a saúde de Natália vai fiando cada dia mais frágil e preocupa os familiares. O casal juntamente com o advogado irá registrar um boletim de ocorrência a fim de que os responsáveis sejam penalizados caso o quadro de Natália, que já é bastante sério, se agrave ainda mais. Eles buscarão na justiça o tratamento dela.

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