Ex-secretária de Saúde rebate denúncias levadas ao MP e afirma que sempre atuou com legalidade
Segundo ela, a verdade prevalecerá ao final das apurações.
A ex-secretária municipal de Saúde de Patos de Minas, Ana Carolina Magalhães Caixeta, divulgou uma nota à imprensa nesta quarta-feira (11) após a instauração de um inquérito civil pelo Ministério Público para apurar denúncias relacionadas ao período em que esteve à frente da pasta.
No comunicado, Ana Carolina afirmou receber a investigação com "absoluta tranquilidade" e destacou que irá apresentar todas as informações e documentos necessários para o esclarecimento dos fatos. Segundo ela, a verdade prevalecerá ao final das apurações.
A ex-secretária ressaltou que é servidora pública de carreira e que construiu sua trajetória profissional por meio do trabalho, da dedicação e do compromisso com a saúde pública. Ela afirmou ainda que chegou ao cargo de gestão em razão de sua experiência técnica e da confiança depositada em seu trabalho.
Na nota, Ana Carolina relembrou ações realizadas durante os mais de cinco anos em que comandou a Secretaria Municipal de Saúde. Entre os avanços citados estão o enfrentamento da pandemia da Covid-19, a criação da Santa Casa de Misericórdia, a ampliação de atendimentos especializados, investimentos na rede municipal de saúde e o aumento do acesso da população a consultas, exames, cirurgias e tratamentos.
A ex-secretária também comentou as manifestações recentes da Prefeitura de Patos de Minas sobre sua exoneração. Segundo ela, as justificativas apresentadas para sua saída mudaram ao longo das últimas semanas. Ana Carolina destacou que inicialmente a população teria sido informada de que sua exoneração ocorreu por divergências de alinhamento administrativo, enquanto agora estariam surgindo novas interpretações sobre os fatos.
Apesar das divergências, ela afirmou respeitar a atual gestão municipal e o direito de cada administrador conduzir o governo de acordo com suas convicções. Também ressaltou que diferenças de visão sobre gestão pública fazem parte da democracia e devem ser tratadas com respeito, transparência e responsabilidade.
Por fim, Ana Carolina declarou confiar plenamente nas instituições, no trabalho do Ministério Público e na atuação da Justiça. Ela afirmou ter a consciência tranquila de quem sempre exerceu suas funções com seriedade, dedicação e respeito ao interesse público e garantiu que continuará colaborando com todos os esclarecimentos necessários durante as investigações.