Deficiente é preso acusado de usar muletas para agredir e estuprar mulher

O deficiente de 46 anos nega a acusação dizendo que ela consentiu a relação.


A vítima o acusa também de ter usado as muletas para agredi-la causando hematomas na perna direita.
O fato aconteceu na madrugada desta sexta-feira (20) no bairro Nossa Senhora de Fátima. A vítima de 33 anos relatou que o deficiente a teria agredido com as próprias muletas e a obrigado a manter relação sexual. Ele também teria a ameaçado com arma de fogo. O deficiente de 46 anos nega a acusação dizendo que ela consentiu a relação.

De acordo com a ocorrência, a vítima acionou a Polícia Militar por volta de 1h00 e relatou que o acusado a teria encontrado em um bar na Rua Libânio Silvério da Rocha na tarde dessa quinta-feira (19) quando estava com duas amigas. Os quatro acabaram indo para um córrego na região dos 30 Paus para fazer uso de bebidas alcoólicas.

Ao chegarem ao local, o deficiente teria sacado de uma arma de fogo e as obrigado a ficarem nuas. A vítima conseguiu fugir, mas acabou se encontrando com o deficiente novamente próximo à casa dele, na Rua Dos Potiguares, Bairro Nossa Senhora de Fátima. Ele então teria forçado a vítima a entrar na residência dele onde a fez tirar a roupa e tentou manter relação sexual.

Ela também acusa o deficiente de ter usado as muletas para agredi-la causando hematomas na perna direita. Em certo momento, ela teria se desprendido e fugido para rua apenas de toalha. Segundo o relato dela, a cama se quebrou durante a luta para escapar do deficiente. Os policiais confirmaram que realmente o móvel estava danificado.

No entanto, o deficiente que é carpinteiro relatou que foi a própria vítima que pediu para dormir na casa dele e, após a relação sexual, ela pediu para ir ao banheiro e acabou saindo correndo para rua apenas de toalha. Segundo o carpinteiro, ela apresentava sintomas de embriaguez quando foi solicitado. Ele disse para os policiais que não possuía qualquer arma de fogo.

A mãe da mulher disse que a filha já foi submetida a tratamento neurológico. O deficiente foi preso e conduzido para a delegacia para ser ouvido pela autoridade policial que vai analisar se realmente aconteceu o crime.

Autor: Farley Rocha

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