Criança desmente tentativa de homicídio e fala que primo disparou sem querer

A criança foi atingida por dois disparos, um no rosto e outro no ombro.


O garotinho foi levado para o Hospital Regional para receber atendimento médico.

A criança vítima de ferimentos provocados à bala na tarde desta sexta-feira (21) resolveu confessar o que realmente teria acontecido. O garoto de apenas 10 anos, que havia dito que uma pessoa teria passado e disparado três vezes, voltou atrás e disse que a arma disparou quando estava na mão do primo. Ele contou que foi apenas um tiro que provocou os dois ferimentos.

O fato aconteceu na Rua dos Cedros, Bairro Alto da Colina. O SAMU foi acionado e socorreu o garoto até o Hospital Regional. Ele estava com dois ferimentos à bala, mas consciente. De acordo com o Ten Duarte, primeiro, o garoto disse que estava na calçada quando uma pessoa passou a pé e disparou. Depois do crime, o atirador fugiu correndo.

Os policiais começaram os levantamentos para descobrir quem teria sido o atirador e resolveu conversar novamente com a vítima. Após o segundo diálogo, o garoto resolveu abrir o jogo. Ele disse que estava no corredor da casa com outros dois primos manuseando a arma. Em certo momento, ele foi até o portão da residência e se virou.

Nesse instante, a arma disparou e atingiu a boca dele. O projétil transfixou a bochecha e atingiu também o ombro. Segundo o relato do garoto, foi apenas um tiro. O médico confirmou esta hipótese. O menor que disparou fugiu do local. Os policiais disseram que ele inventou a outra história para não prejudicar o primo. Os policiais estão em busca do menor e também da arma que seria um revólver.

De acordo com o Tenente Duarte, o menor de 17 anos que estava com a arma já possui passagens policiais por furto, arrombamento e roubo. Se encontrado, ele será apreendido por lesão corporal e porte ilegal de arma de fogo. A família da vítima está dando todo o apoio para a Polícia Militar e pretende que a arma seja realmente localizada.

O fato tratado anteriormente por tentativa de homicídio não deixa de chamar a atenção. Por pouco a brincadeira não mata uma criança que está apenas começando a vida. O caso também serve de alerta sobre o perigo das armas. A falta de conhecimento ou desatenção pode causar uma tragédia.

Autor: Farley Rocha

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