Comerciantes sofrem com acúmulo de poeira em rua movimentada e cobram providências em Patos de Minas

Proprietários alegam ter prejuízos nas vendas e um aumento considerável do transtorno e da conta de água dos estabelecimentos.

A principal queixa é o acúmulo de poeira e a alta velocidade dos veículos no local.

Comerciantes entraram em contato com a redação do Patos Hoje na tarde dessa sexta-feira (18) relatando os estragos causados pela chuva e o descaso da prefeitura municipal em uma rua bastante movimentada da cidade. Proprietários alegam ter prejuízos nas vendas e um aumento considerável do transtorno e da conta de água dos estabelecimentos. A principal queixa é o acúmulo de poeira e a alta velocidade dos veículos no local.

Nossa equipe de reportagem foi até a Rua Gabriel Pereira no Bairro Rosário e conversou com alguns comerciantes do local a respeito dos transtornos causados pela poeira em decorrência da última chuva. De acordo com o proprietário de uma casa de carnes, os clientes às vezes cortam volta por causa da sujeira e isso acaba prejudicando o comércio. “Não adianta a gente lavar, lava agora e daqui a uma hora tem que lavar de novo, o cliente não quer entrar em um comércio de alimentos nessas condições”.

A informação foi confirmada pela proprietária de uma loja de roupas. De acordo com ela, chega um momento em que eles se cansam de limpar e a conta de água teve um aumento considerável. “A gente já perdeu as esperanças, não adianta lavar, os produtos ficam cheios de poeira e basta terminar de limpar e já tem que começar de novo. Minha conta de água subiu de R$35,00 para R$200,00, nós estamos realmente cansados”.

Nossa equipe de reportagem conversou com a dona de uma loja de móveis que estava lavando a calçada no momento da nossa chegada. Segundo ela, chega a lavar cerca de 4 vezes ao dia e que os clientes chegam a pensar que os móveis são velhos por causa da poeira. “A situação aqui está muito complicada, já ligamos diversas vezes na prefeitura e nada acontece, sem falar na velocidade que os veículos passam aqui e na quantidade também, aqui é quase uma Major Gote”.

Segundo os comerciantes, as ligações foram muitas para que a prefeitura pudesse tomar alguma providência e quando atendem o telefone, informam que uma medida será tomada mas o problema até hoje está sem solução. Entramos em contato com a Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal, mas até o momento não tivemos resposta.

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