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Comerciantes resolvem não esperar por prefeitura e se juntam para roçar canteiro em Patos de Minas

Eles já haviam reclamado dos buracos, da poeira e agora do mato alto que tomou conta do canteiro.

A redação do Patos Hoje recebeu na manhã desta quarta-feira (06) um vídeo de moradores roçando um canteiro central às margens da Avenida Marabá. Eles estão tão indignados com o descaso em que se encontra o local que resolveram não esperar por uma providência da Prefeitura Municipal. Eles já haviam reclamado dos buracos, da poeira e agora do mato alto que tomou conta do canteiro. Eles pedem para que o poder público tenha mais zelo com os moradores da parte alta da cidade.

Os proprietários das lojas do centro comercial da Avenida Marabá mais uma vez estão sofrendo com o descaso por parte do poder público patense. Dessa vez, eles não quiseram esperar por uma providência e resolveram colocar a mão na massa. O canteiro central da avenida estava coberto por mato e, sem uma solução por parte das autoridades, os comerciantes decidiram que o melhor seria eles mesmos fazerem o serviço.

Eles pegaram uma máquina e começaram a roçar o canteiro. Em conversa com nossa equipe de reportagem, eles disseram que já não aguentam mais ficar na situação em que estão. “Às vezes, o estacionamento aqui enche e o pessoal precisa estacionar do lado de lá, para vir aqui eles precisam passar por esse canteiro e com o mato do jeito que estava não tinha a menor possibilidade, sendo assim os clientes preferem comprar em outros lugares”, disse o proprietário de um dos comércios.

Eles pedem que providências sejam tomadas imediatamente. “Nós pagamos os nossos impostos em dia e somos tratados desse jeito, isso é inadmissível”, disseram no vídeo enviado à nossa redação.  Segundo os moradores, esse mato alto já trouxe insetos e outros bichos para o interior de seus comércios, o que faz com que os clientes evitem de comprar em seus estabelecimentos.

Os comerciantes do local já reclamaram diversas vezes, o Patos Hoje noticiou recentemente os prejuízos que os trabalhadores tiveram por causa da obra de drenagem pluvial no local. O serviço foi interrompido na época e a poeira invadia os comércios e espantava, literalmente, os clientes. A proprietária de um restaurante teve um prejuízo de cerca de R$400,00 em um único dia por causa dos transtornos causados pela poeira da obra.

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