Acusado de tentativa de homicídio, homem é levado a júri popular e condenado em Patos de Minas

Após os embates entre acusação e defesa, os jurados entenderam que Renato é culpado e ele foi condenado a 5 anos e 20 dias de prisão inicialmente em regime fechado.

O tribunal do júri se reuniu na tarde dessa quinta-feira (29) para julgar Renato Alves de Sousa, acusado de tentar matar Jairo Nunes da Silva Neto com tiros na cabeça e no quadril. Após os embates entre acusação e defesa, os jurados entenderam que Renato é culpado e ele foi condenado a 5 anos e 20 dias de prisão inicialmente em regime fechado.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, Renato e Jairo já possuíam divergências antigas. No dia 18 de setembro de 2022, Jairo estava na porta de sua residência aguardando um lanche, momento em que Renato teria aparecido em uma Fiat/Toro branca, sacou uma arma e efetuou disparos que atingiram a cabeça e o quadril da vítima.

Ainda segundo a denúncia, logo após os disparos, Renato teria voltado ao local para confirmar a morte de Jairo, entretanto ele já havia sido socorrido ao hospital. Renato acabou sendo preso e está no presídio Sebastião Satiro desde então. Ao final do julgamento, os jurados entenderam que ele é culpado e o homem foi condenado a 5 anos e 20 dias de prisão a serem cumpridos inicialmente em regime fechado pelo crime de homicídio tentado.

Últimas Notícias

Adolescente "empina" moto emprestada, perde o controle e bate em carro estacionado

Veja mais

Jovem é preso com barras de chocolate de loja no shopping após Olho Vivo flagrar atitude suspeita

Veja mais

Motociclista cai sozinho em cruzamento e acaba preso com um dos maiores limites de embriaguez já registrados

Veja mais

Motorista que provocou acidente em frente à Santa Casa disse que sofreu mal súbito

Veja mais

Sicoob Credicopa oferece linha de crédito especial para lojistas que aderirem a campanha de descontos

Veja mais

Motorista deixa local de acidente após discussão com passageira e acaba preso por embriaguez em Patos de Minas

Veja mais