Com mulheres na bancada, Jovem Pan Patos faz reflexão sobre o Dia Internacional da Mulher

As três convidadas especiais destacaram também as lutas que precisam ser travadas diariamente para que a tão sonhada igualdade seja de fato uma realidade.

publicado em 08/03/2019, por Maurício Rocha

No dia Internacional da Mulher, o Jornal da Manhã da Rádio Jovem Pan Patos promoveu uma edição especial para debater sobre a realidade das mulheres brasileiras. Mais do que as conquistas, as três convidadas especiais destacaram também as lutas que precisam ser travadas diariamente para que a tão sonhada igualdade seja de fato uma realidade.

Engenheira e doutora em planejamento urbano, Beatriz Correia preferiu destacar o poder das mulheres, os avanços que elas conquistaram ao longo do tempo e as possibilidades de conquistar mais. A advogada e conselheira da OAB, Kátia Andrade afirmou que existe uma deturpação do termo feminismo. “É muito de quem não quer ver concretizados os direitos da mulher. O feminismo nada mais é do que uma política de igualdade”.

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Para a professora e mestre em educação, Elisa Guedes chamou a atenção para as mulheres pobres, que são as pessoas que mais sofrem com a desigualdade. Ela destacou que 39% das famílias brasileiras são chefiadas por mulheres e a maioria por mulheres pobres. “Enquanto nos não conseguirmos resolver o nosso problema de desigualdade social, nós teremos mulheres sofrendo”, afirmou.

“A luta feminina, a luta pessoal, da mulher de classe média teve muitos avanços. Mas luta da mulher pobre é uma luta que avançou pouco. Avançou pouco em termos de acesso à saúde, acesso a educação, acesso ao alimento, acesso à moradia... é essa mulher que tem que nos preocupar em particular, é essa que nos faz chorar, é essa que nos emociona, é essa que nos sensibiliza, é essa luta que a sociedade brasileira tem que assumir como sua”, destacou Elisa Guedes.

Ouça a integra da entrevista!

Autor: Maurício Rocha Postado em 08/03/2019
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5 comentários

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  • MACHISTA | 2 semanas, 1 dia atrás

    O mesmo blá, blá de sempre. O mundo é o que é: mulher sempre será mulher trabalhando ou não. Essa quimera de tudo de bom pra nós não existe. Se trabalha, vai acumular a dupla tarefa de cuidar da casa e do trabalho. Se não trabalha, vai depender da renda do marido. Não adianta queimar sutiã na rua, a vida é o que é: uma luta constante até o leito derradeiro e sem paraíso.

    2 1 Responder

  • sara winter | 2 semanas, 1 dia atrás

    :rage: :rage:O feminismo é uma doença mental, é um vírus que consome o cérebro das pessoas! é um vomito de palavras!!! Sou mulher e tenho NOJO de feminista, NOJO dessa palavra!! MUlher tem que rever e muito os seus valores!!! a mulher conquistou tanto que hoje em dia é tudo depressiva e frustrada! não adianta ter a melhor profissão :rage: do mundo, ganhar rios de dinheiro nunca NUNCA vai estar tranquila no coração, pois inconscientemente o desejo maior é ter tempo para os filhos e ter um marido!! engana-se quem tbm acha q ao estar realizada profissionalmente terá tempo! tolas!

    3 1 Responder

  • mulher | 2 semanas, 2 dias atrás

    Acho desnecessário de um tamanho ter um dia pra mulher, é uma chaticeee descomunal! insignificante!, mulher não precisa de um dia pra falar q ela é importante, sem ela ngm nasce!!!! pronto!! mulher tem é q cuidar dos filhos do marido e da casa só isso !!!

    6 4 Responder

    Zé Pikeno - 2 semanas, 2 dias atrás

    "...mulher não precisa de um dia pra falar q ela é importante, sem ela ngm nasce..." Falou pouco e acertado.

    2 0

  • Os homens são biscateiros | 2 semanas, 3 dias atrás

    O grande problema da mulher do século XXI ainda é o chifre. Infelizmente, os homens não respeitam, principalmente quando são de classe alta. E aí a mulher não larga para não deixar a boa vida. Isso é a regra, infelizmente.

    14 10 Responder